A Realidade Aumentada é uma tecnologia que permite, através de uma webcam ou de um smartphone (este com uma aplicação instalada), visualizar elementos virtuais sobrepostos à imagem real no ecrã do smartphone ou do computador.
Provavelmente já todos se cruzaram com estes códigos “esquisitos” numa embalagem de cereais, numa montra de uma loja, numa revista ou até numa garrafa de vinho.
Muito se fala desta acção cibernética – o ‘Share’. Viralidade, redes sociais, partilha, tudo conceitos que populam a internet e que esta indústria celebra na febre de proclamar um hino à sua incomensurável expansão. Todos o querem, o tal ‘um milhão mais um que até pode ser um chinês’, mas poucos o produzem e ainda menos o entendem.
Os jogos sempre fizeram parte das nossas vidas e do entretenimento e aprendizagem de miúdos e graúdos por esse mundo fora. Relembro os tempos idos das partidas de cartas a feijões (pautadas pela paciência do meu avô e as batotas do meu primo), do interminável Monopólio ou dos ensinamentos testados pelo Sabichão.
O New York Times apresentou recentemente uma pesquisa que considera as ligações entre o Twitter e o estado emocional dos seus utilizadores. Sociólogos da Cornell University compilaram informação com base nos tweets de mais de dois milhões de utilizadores espalhados por 84 países. Aquilo que revelam é que muitas das variações emocionais das pessoas assentam em ritmos biológicos transversais ao contexto cultural em que estão inseridas.
Todos temos visto o prelúdio de grandes mudanças naquela que é a maior rede social da internet, o Facebook. Estas mudanças estão assentes numa estratégia chamada Social Graph que propõe ligar as pessoas relacionando as suas acções e os objectos de acção de forma exaustiva, construindo um universo de informação relacional alimentado pela utilização da rede social. Esta estratégia é dividida em várias frentes, e neste artigo abordo a vertente Social Graph Protocol.
A Coca-Cola em Israel tem vindo a lançar algumas campanhas web bastante interessantes, uma das quais a tirar partido do Facebook para levar a marca a um novo patamar de personalização.
Como forma de fazer divulgação do seu mais recente produto, o Mini System LG MCV 904, a LG decidiu lançar uma campanha de marketing de guerrilha que não deixou indiferentes todos os que foram surpreendidos por ela.
Martin Lindstrom diz que 83% de todas as acções de comunicação apelam apenas a um sentido – o olhar – o que significa que apenas 17% das marcas apostam nos restantes quatro sentidos. Algo interessante porque há estudos que comprovam que 75% das nossas emoções diárias são influenciadas pelo cheiro, e há uma probabilidade de 65% de mudarmos a nossa disposição quando somos expostos a sons que nos transmitem sensações positivas.
Vivemos numa era em que a capacidade humana para absorver informação é cada vez menor. Há um excesso de informação a circular por diversos meios e, naturalmente e inconscientemente, começamos a filtrar apenas o que nos interessa e o que nos surpreende, desligando de tudo o resto, fazendo com que as pessoas por vezes “passem ao lado” de informações e notícias importantíssimas.